Realizar boas aquisições para o time já não era tão simples antes da pandemia da Covid-19 mas, agora você deve estar preocupado em ser ainda mais eficaz no seu processo de contratação, diante deste cenário especialmente complexo. A transição rápida para uma operação parcial ou totalmente on-line levou à perda da interação presencial, o olho no olho, o que fez surgir o receio na perda de qualidade na análise dos candidatos, além de outras etapas que eram feitas de modo tradicional e que precisaram ser eliminadas.

 

Então, em tempos tão incertos, como manter a perspicácia e o feeling na hora de escolher o candidato certo para o lugar certo? O que esperar sobre o futuro do recrutamento e seleção e quais as suas principais tendências? Como adaptar a situação para diversos perfis de candidatos e recursos que eles possuem? Afinal de contas, alguns têm facilidade de acesso à tecnologia mas, outros não. Quais tendências e quais competências que você precisará fortalecer ou desenvolver para aumentar a sua eficácia nesse processo de seleção? Sem falar na importância do fator tempo, que precisa ser o mais curto possível. Afinal de contas, uma pessoa faltando no quadro de colaboradores gera muito prejuízo para o negócio, sobrecarrega a equipe e tarefas podem deixar de ser feitas.

 

Tom Coelho falou: “Contrate devagar, demita rápido”.

 

É uma frase que nos leva a pensar. Uma de suas interpretações diretas é: escolha bem quem você vai colocar para trabalhar com você na sua empresa. Porque, muitas vezes, quando a seleção não for bem feita, o processo de desligamento é mais traumático e pode gerar consequências.

 

Sabemos que os motivos são reais, mas, precisamos além de gerenciar a nossa emoção, analisar se realmente estamos sendo um R&S estratégico, competente e profissional.

 

Agora, mais do que nunca, O R&S é um subsistema fundamental da área de Gestão de Pessoas, que pode levar a ganhos de desempenho e economias importantes.

 

Mas, após a contratação, se a integração e ambientação do novo colaborador não é bem feita, ele pode não chegar aos 3 meses de experiência. Por iniciativa dele, por não se sentir bem na empresa, na equipe, ou pelo próprio líder, que não vê a performance chegar, preferindo trocar a treinar, dar feedback, gerar conexão.

 

Você percebe como o processo de R&S precisa estar conectado com o negócio? Isso é muito importante, pense nisso!

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